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O
e-commerce foi a forma que o mercado encontrou para se adaptar à nova realidade.
Por essa razão a
pressmedia decidiu apurar o impacto desta crise, que foi a COVID-19, em
Portugal, nomeadamente nas plataformas de e-commerce ligadas a 3 grandes
categorias: Marketplace e comparação de preços com o Kuanto Kusta, Contratação
de Profissionais Liberais com a Fixando e a Venda de Gadgets e Indispensáveis
com o Insania.
Este estudo garante que
“durante o confinamento, as três plataformas viram as suas vendas disparar de
forma abrupta e concluíram que a predisposição para compras online veio para
ficar.”
Os novos modelos de negócio
do lado das empresas e padrões de consumo do lado das famílias em Portugal vieram
ditar as novas regras e táticas do negócio do retalho, ou seja, a montra maior
é hoje online, deixando a montra física a depender do comportamento da montra
digital.
Os produtos mais procurados fixaram-se nas categorias de desporto, bem-estar,
entretenimento e trabalho remoto e um dado curioso foi a enorme diversidade nas
faixas etárias a que cada uma se dirigia nomeadamente adolescentes e seniores,
foram os principais compradores, assim como o uso de plataformas de compra virtual
como o MB Way foram os mais requisitados.
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