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O documento revela que a transformação tecnológica, escassez de talento e novas exigências dos trabalhadores estão a reformular o mercado de trabalho.
A Adecco Portugal, consultora de talento e soluções de Recursos Humanos, acaba de apresentar o seu “Guia Salarial 2025”, um estudo abrangente que analisa a evolução das faixas salariais em Portugal, identifica os perfis mais procurados e destaca as competências críticas para enfrentar os desafios do mercado.
De acordo com um comunicado enviado às redações, o documento reúne dados atualizados em 14 setores-chave (“Finance”; “Banking”; “Human Resources”; “Shared Service Centre”; “Tax Legal”; “Sales & Marketing”; “Retail”; “Hospitality”; “Healthcare & Life Sciences”; “Industry”; “Construção”; “Supply Chain & Logistics”; “Energy”; “Real Estate”; “Information Technology”), com foco em Lisboa e Porto, e integra também insights sobre tendências de empregabilidade, liderança e transformação digital.
Tendo por base um contexto económico marcado por incerteza, o consultor teve em conta o mercado mais competitivo e exigente na captação de talento que as empresas enfrentam hoje, perante a automatização crescente e reconfiguração de prioridades por parte dos trabalhadores.
“O mercado de trabalho está a mudar rapidamente e as empresas precisam de alinhar a sua estratégia de talento com as novas realidades. Este guia é uma ferramenta prática para compreender o que realmente valoriza o talento em 2025 – não apenas em termos salariais, mas também ao nível da experiência, cultura e desenvolvimento”, refere Bernardo Samuel, diretor da Adecco Recruitment Portugal, citado em comunicado enviado às redações.
Segundo a nota de imprensa, Lisboa continua a ser o centro onde se praticam os salários mais elevados, com destaque para áreas como “Tecnologias de Informação”, “Banca” e “Finance”, onde as posições de liderança podem atingir os 120 mil euros anuais, refletindo a procura por perfis especializados e com forte componente técnica. No entanto, o Porto está a aproximar-se gradualmente, fruto do crescimento dos Shared Services e de polos tecnológicos na região.
Em contraste, setores como “Retalho”, “Hospitalidade”, “Construção” e” Recursos Humanos” continuam a apresentar uma maior pressão sobre os salários de entrada, “sendo urgente repensar políticas de compensação e benefícios para garantir competitividade e atratividade junto das novas gerações”, lê-se ainda, na nota.
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