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A culpa é dos ingleses
Sem surpresas: Turismo em Portugal volta a crescer
14 de fevereiro de 2018
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Portugal. Aquele país que a maioria do mundo não sabia onde ficava, hoje é visitado por 21 milhões de pessoas.

E a culpa não é só de Cristiano Ronaldo ou José Mourinho, ou até do Ricardinho. A culpa é de quem descobriu as nossas praias, serras, mar, experiências, vida, paz. Não é novidade nenhuma que o turismo está em crescimento e parece que veio confirmar a repetida frase cliché: Portugal está na moda.

A verdade é que, segundo dados do INE, em 2017, a hotelaria registou 20,6 milhões de hóspedes e 57,5 milhões de dormidas, que correspondem a aumentos anuais de 8,9% e 7,4%, respetivamente.

Mas não foram só os estrangeiros que descobriram terras lusas (com 41, 6 milhões de dormidas), os portugueses também se descobriram a eles próprios já que o mercado interno contribuiu com 15,9 milhões de dormidas.

A culpa é dos ingleses

Para além de nós, quem são os “culpados” destes resultados? Os dados revelam que, apesar de ter vindo a registar um decréscimo nos últimos três meses, o mercado britânico continua a ser o principal emissor, com uma quota de 22,3% e um crescimento de 1,1%.

Segue-se o mercado alemão (12,7% do total), o mercado espanhol (quota de 15,6%), o mercado francês (7,9%) e ainda o crescimento dos mercados sueco (+41,3%), polaco (+35,4%) e norte-americano (+30,9%).

Portugal está na moda, é verdade, mas há regiões que crescem mais do que outras. É o caso dos Açores (+15,8%) e do Centro (+14,5%) que registaram o maior aumento nas dormidas em 2017.

Apesar do crescimento, há ainda muito trabalho por fazer. Ao que indicam os dados, a estada média (2,79 noites) reduziu 1,4%. Ou seja, vêm mais turistas mas permanecem menos tempo.

A boa notícia é que os proveitos totais atingiram os 160,2 milhões de euros (+18,1% e +21,1% respetivamente) e os de aposento 108,3 milhões de euros, em dezembro de 2017.

Será que é desta que Portugal “deixa de estar na moda” (porque a moda é passageira) e passa a estar nas bucket list do mundo?

Sem surpresas: Turismo em Portugal volta a crescer
Ana Gaboleiro
Jornalista

Licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social, inspiram-na a natureza e as atividades ao ar livre. Conhecer novas pessoas, visitar regiões e as suas tradições, e trazer na memória os sabores e cheiros que caracterizam o país é o que a move.

Portugal. Aquele país que a maioria do mundo não sabia onde ficava, hoje é visitado por 21 milhões de pessoas.

E a culpa não é só de Cristiano Ronaldo ou José Mourinho, ou até do Ricardinho. A culpa é de quem descobriu as nossas praias, serras, mar, experiências, vida, paz. Não é novidade nenhuma que o turismo está em crescimento e parece que veio confirmar a repetida frase cliché: Portugal está na moda.

A verdade é que, segundo dados do INE, em 2017, a hotelaria registou 20,6 milhões de hóspedes e 57,5 milhões de dormidas, que correspondem a aumentos anuais de 8,9% e 7,4%, respetivamente.

Mas não foram só os estrangeiros que descobriram terras lusas (com 41, 6 milhões de dormidas), os portugueses também se descobriram a eles próprios já que o mercado interno contribuiu com 15,9 milhões de dormidas.

A culpa é dos ingleses

Para além de nós, quem são os “culpados” destes resultados? Os dados revelam que, apesar de ter vindo a registar um decréscimo nos últimos três meses, o mercado britânico continua a ser o principal emissor, com uma quota de 22,3% e um crescimento de 1,1%.

Segue-se o mercado alemão (12,7% do total), o mercado espanhol (quota de 15,6%), o mercado francês (7,9%) e ainda o crescimento dos mercados sueco (+41,3%), polaco (+35,4%) e norte-americano (+30,9%).

Portugal está na moda, é verdade, mas há regiões que crescem mais do que outras. É o caso dos Açores (+15,8%) e do Centro (+14,5%) que registaram o maior aumento nas dormidas em 2017.

Apesar do crescimento, há ainda muito trabalho por fazer. Ao que indicam os dados, a estada média (2,79 noites) reduziu 1,4%. Ou seja, vêm mais turistas mas permanecem menos tempo.

A boa notícia é que os proveitos totais atingiram os 160,2 milhões de euros (+18,1% e +21,1% respetivamente) e os de aposento 108,3 milhões de euros, em dezembro de 2017.

Será que é desta que Portugal “deixa de estar na moda” (porque a moda é passageira) e passa a estar nas bucket list do mundo?

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