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Encontros Lab
Marta Monteiro
28 de janeiro de 2018
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Marta Monteiro
Vanda Jorge
Diretora Editorial / Pivot

Estudou Comunicação social no ISCSP. Vive da curiosidade. City & Trend Hunter.
Coleciona viagens, conversas, documentários, livros, revistas e experiências.

"When Philip Met Isabella" foi a exposição que contava o encontro e a obra que nasceu entre Philip Treacy e Isabella Blow. Apaixonei-me! Gosto de encontros.
Numa era Phygital, este é um espaço de encontros. Diferentes. Com pessoas que gosto de ter pelo LAB.

Marta Monteiro

Coaching & Consultoria de Imagem. Em 2013 tornei-me a primeira pessoa certificada em Portugal Points of You®

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entrevista:

- Marta és coach e tu própria recorres a alguém para ajuda, para um conselho ou terapia?

Claro que sim! Eu defendo que “aquilo que não temos, não podemos dar aos outros”, e por isso, eu própria estou em constante processo de crescimento, para poder continuar a dar o melhor de mim.

- Faz sentido falar de coaching quando falamos de marcas?

O Coaching vai ganhando um papel cada vez mais importante. Da mesma maneira que trabalhamos em nós ou na nossa carreira, também podemos trabalhar as marcas, indo mais a fundo naquilo que é a sua personalidade, as suas forças e fraquezas, as suas crenças e, acima de tudo no foco no que é realmente importante para atingir verdadeiros resultados.

- Inspiras, mas também precisas de te inspirar. O que mais te inspira?

Viajo, faço formações e retiros sempre que posso, mas também me inspiro num filme que vejo, num trecho de um livro que leio, nas histórias das pessoas que vão passando no meu caminho ou mesmo nos momentos de meditação que tenho diariamente.

- Conheci-te no mundo das marcas, quando se deu o tipping point?

Em 2007 fiz um Master em Coaching, pela curiosidade na área e porque, ao mesmo tempo, queria trabalhar o meu desenvolvimento pessoal. Foram 9 meses que deram lugar a muitas interrogações e a uma vontade de fazer algo diferente. A semente do coaching ficou, mas seria sempre para um dia mais tarde. Só em 2011 a minha vida viria a mudar completamente e, para além de nascer o meu filho, nasceu também a minha nova vida profissional. Comecei a trabalhar com jovens na área do coaching, fui fazer o curso de consultoria de Imagem para tirar partido dos anos de experiência que tinha na área da moda e abracei este novo projeto de fazer a diferença na vida das pessoas, por dentro e por fora.

- Queres explicar a importância de se fazer um balanço do que passou e traçar objetivos para um novo ano?

As resoluções de ano novo são já uma tradição que remete ao tempo dos Romanos e existem variadíssimos estudos que nos falam da importância deste processo, estando provado que quem traça objetivos claros, tem dez vezes mais probabilidades de ser bem-sucedido do que aqueles que não o fazem. O início de um novo ano é, sem dúvida, um momento importante para fazer reflexões sobre como foi o ano anterior, ponderar sobre o que mudar e onde melhorar no ano que está a começar. Mas, por vezes, há uma grande expectativa e também pressa em mudar, criando-se metas surreais, que acabam por ser facilmente colocadas de parte, porque ignoramos o tempo e recursos necessários para a sua execução. É por isso muito importante a forma como traçamos esses objetivos e como vamos fazendo o acompanhamento do nosso plano.

- Sentes que cresce esta tendência, a procura de foco, de respostas num mundo cada vez mais acelerado, digitalizado, de excesso de informação….

Sem dúvida, penso que há uma preocupação e um apelo cada vez maior em fazer momentos de pausa e de “reset”. É quase um apelo à nossa sanidade mental no meio de um turbilhão constante de acontecimentos e solicitações. Estes momentos, ajudam-nos a restaurar um equilíbrio de forma a voltarmos ao nosso melhor, trazendo-nos mais bem-estar, alegria, clareza, produtividade e impacto positivo nas pessoas que nos rodeiam.

- E na tua área, que tendências apontas para o futuro próximo?.

Na minha opinião, as palavras de ordem são: experiências e emoções. Há cada vez mais uma tendência de encontrar ferramentas que sejam diferentes e criativas e que permitam viver experiências emocionalmente impactantes. O primeiro número deste ano da revista Condé Nast Traveller UK, fala-nos das viagens de sobrevivência como a última tendência a nível de experiências de desconexão total e de evolução pessoal e espiritual. É por isso, cada vez mais, através daquilo que vivemos e das emoções que experienciamos, que se faz o nosso caminho de crescimento e desenvolvimento, utilizando essas experiências como paralelismo e ajudando-nos assim a conseguir ultrapassar os nossos desafios diários.

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