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A opinião de Marco Silva
Futurologia na tecnologia... estou farto!
1 de fevereiro de 2018
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Futurologia na tecnologia... estou farto!
Marco Silva
Jornalista

Licenciado em comunicação, apaixonado por música e pelas coisas boas da vida. Uma boa história, uma boa conversa são coisas que não têm valor mensurável e é isso que tento trazer para o trabalho que faço.

Sei que sou tendencioso, que leio muito sobre o assunto e que todos as semanas estou mais exposto a relatórios de tendências do que a maioria dos utilizadores de tecnologia. Mas no geral todas as previsões que têm sido feitas acerca do futuro tecnológico têm saído ao lado do que realmente tem acontecido.

Basta olhar para os filmes de ficção cientifica da década de 70 e 80. Já estamos em 2018 e ainda não há hoverboards, carros voadores (é verdade que temos os autónomos) ou robôs humanoides que vivem entre nós. Desse cinema a única previsão que foi acertada foi a do iPad por parte de Kubrick no filme “2001: Odisseia no Espaço”. Em 2001 não houve nenhuma odisseia no espaço, mas dez anos depois, em 2011, houve sim um processo em tribunal que envolveu a Apple, a Samsung e o filme supracitado. Segundo a Samsung, a Apple não terá inventado o conceito de tablet, mas isso é outro assunto.

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A verdade é que na humilde opinião do vosso escriba vivemos numa época privilegiada, nunca foi tão fácil ter acesso ao que aconteceu, ao que já foi feito, a conteúdo que tem o poder de formar e educar. E mais do que saber o que vai ser a próxima “big thing” é mais importante garantir que o acesso à informação e à educação continua a evoluir para o caminho certo, onde ainda há muito por fazer.

“As pessoas não queriam saber de funcionalidades. As pessoas queriam ouvir música.”

- Brad Parscale

Este exemplo dado por o homem que ganhou as eleições norte-americanas nas redes sociais ilustra na perfeição que a escolha dos consumidores é em muitos casos emocional e tentar fazer futurologia sobre algo tão instável quanto isso poderá estar no foco dos relatórios que tentam desvendar o que é que os consumidores vão querer a seguir.
Não retirem daqui a mensagem errada, é importante que haja quem pense o futuro, mas igualmente importante são os que pensam o que conseguimos fazer com o presente. É nele que é preciso estar.

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